É de lamentar que em pleno século XXI a maioria de nós encare a deficiência como uma “má sorte” ou então com preconceito e descriminação, olhando para seus portadores como pessoas limitadas sentido pejorativo que a palavra acarreta. Afinal e contas os limitados somos nós porque nos esquecemos que para lá da linha do horizonte encontra-se mais qualquer coisa, assim como por detrás de um individuo com mobilidade reduzida ou com cegueira ou então com paralisia cerebral, encontramos um conjunto de potencialidades que não vemos mas estão lá só precisam de ser desenvolvidas ou então reconhecidas.
O indivíduo portador de uma deficiência seja ela de que natureza for tem que lidar duplamente contra as dificuldades, primeiro contra a descriminação dos que não acreditam nele e segundo contra a própria doença ou deficiência genética de que são portadores.
Vou vos dar a conhecer dois dos trabalhos que elaborei ao longo do primeiro ano do curso de Educação social da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto o primeiro dá conta da adaptação de jogos recreativos na piscina para portadores de deficiência mental e o segundo aborda um estudo de caso real sobre como obter ajudas de ajudas técnicas.
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